Escrever para Existir: Onde a Palavra Vira Paz
Escrever para Existir: Onde a Palavra Vira Paz - Imagem criada pelo Copilot - A escrita como ferramenta de alívio e respiro - Escrever sempre foi, para mim, uma espécie de respiro. Um jeito simples, quase instintivo, de esvaziar a mente quando ela começa a transbordar. Tem gente que corre, tem gente que cozinha, tem gente que liga para um amigo. Eu escrevo. Escrevo porque, quando as palavras saem, parece que o peito abre espaço de novo. Como se cada frase fosse uma gaveta que eu arrumo por dentro, tirando o que pesa, dobrando o que fica e jogando fora o que já não serve mais. O poder de registrar emoções e pensamentos soltos Não escolho muito as palavras dos textos que guardo só para mim. Às vezes são alegrias bobas, dessas que a gente vive no meio da rotina e nem percebe: um café que ficou mais gostoso do que o normal, um sorriso inesperado, uma música que me pegou de jeito. Outras vezes são tristezas que chegam sem pedir licença, ocupam espaço demais e deixam tudo meio nublado....